Bleu Empreendimentos Digitais diversifica atuação. Conversa na CBN

Bleu Empreendimentos Digitais diversifica atuação. Conversa na CBN

“Como fornecedora de tecnologia blockchain, a Bleu Empreendimentos atua em duas direções: uma voltada aos criptoativos, inclusive terceirizando o sistema Bleutrade, e a outra, no desenvolvimento de blockchain para serviços que não estão ligado a criptomoedas”. Esse foi o início da entrevista que o nosso advisor Marcos Vinícius deu à Patrícia Raposo, da CBN Recife.

1. Entrevista à CBN Recife

Ao explicar para a CBN como nasceu a Bleu, Marcos Vinícius costuma dizer que “O ovo nasceu antes da galinha”. Isso por que o primeiro projeto surge com a Bleutrade Cryptocurrency Exchange localizada, hoje, em Malta, que conta com mais de 200 mil usuários em todo o mundo. A Bleutrade foi fundada em 2014 e logo foi preciso criar uma outra empresa para poder gerir tanto este quanto os outros negócios que foram sendo desenvolvidos e resultaram na Bleu Empreendimentos Digitais, fundada em 2017.

 

2. Tecnologia Blockchain

Além da Exchange, a Bleu Empreendimentos usa a tecnologia blockchain tambem para desenvolver outros serviços. Um dos usos que foi citado na entrevista é o rastreamento de mercadorias com objetivo de evitar manipulações e eliminar intermediários. “Já há decisões judiciais considerando registros de blockchain”, aponta nosso advisor Marcos Morais.

Já há empresas hoje no mercado que faz uso da tecnologia blockchain tanto para rastrear seus produtos como também roteirizar os percursos, sendo este o novo elo entre a empresa e o consumidor final. Assim, todas as informações úteis e necessárias para a empresa e para o consumidor ficam disponíveis em um ambiente totalmente seguro e imutável,  a BLOCKCHAIN.

3. Bleu ajuda outras starups

Uma startup que recebeu investimentos da Bleu, a Prëxis, tem usado o blockchain para registro documental, como música, por exemplo. “Se você for compositor, paga R$ 17,90 para registrar a sua música no blockchain, através da plataforma Prëxis. Assim, qualquer pessoa que tenha acesso ao Hash, (tecnologia que resume qualquer arquivo a uma sequência de 51 caracteres para depósito no blockchain) pode verificar quando você registrou a música, o que confere o direito autoral”.

Quer saber mais sobre essa entrevista? Clica aqui e confere também lá no site da CBN Recife .

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